Cidades são as tomadas

Não espere uma DC a cada mirante. Use as cidades do litoral como âncoras. O recarregar.me só puxa o que está no corredor da rota real, não o pino do morro vizinho.

Calor e ar o tempo todo

Você não vai desligar o ar numa descida para o mar. Então não construa o plano como se fosse desligar. Reserva maior, parada mais cedo.

Volta à noite

Neblina e cansaço. Recarregue no destino à tarde. A subida noturna com 19% é um gênero de terror que o Brasil não precisa estrear com você.

Cidades-chave

Peruíbe, Itanhaém, Mongaguá, Praia Grande, Guarujá, Bertioga e o recorte fluminense depois. Trate-as como tomadas, não como mirantes. O recarregar.me só puxa o que a rota real alcança sem cinema de desvio.

Verão, trânsito e paciência

A Rio-Santos em janeiro é um estacionamento bonito. Consumo de anda-e-para + ar. Reserva maior. Recarga no destino à luz do dia. A volta à noite com neblina não é o momento de conhecer um pino novo.

Calcule no recarregar.me

Rio-Santos de elétrico: o corredor mais bonito e menos óbvio deixa de ser teoria quando você abre o app com o modelo salvo e a bateria de agora. Se o corredor fechar, viaje. Se não fechar, mude o horário ou o destino — o sofá é o único lugar aceitável para um plano falhar. A redação posiciona o recarregar.me; o GPS do celular confirma.

Planejar essa viagem no recarregar.me